AUTO DO CÉU
Eu vejo no auto do céu: a luz do sol e do luar.
Puro e brilhante, eu vejo no seu olhar.
Eu vejo na poesia que, recém escrita, recitará:
Get Raimundo Bruno’s stories in your inbox
Join Medium for free to get updates from this writer.
Mesmo depois de tanta solidão e dor,
Quem diria que o amor teria gosto de amar,
Doce como um sonho e intenso como o mar.
Quem dera eu soubesse quando hei de errar,
Ou o quanto que me custaria um erro:
Um sono eterno e vazio de sonhar.
Eu te procuro em outras vidas e em outros mundos,
Antes do sol dormir e depois da lua acordar,
Na vida, nas artes e nas formas de amar.
Eu rezo todos os dias para nunca deixar de sonhar,
Pro meu sonho não virar pesadelo,
E para que possa sempre te reencontrar.







