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8 min readOct 26, 2026

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O trisal - Parte 01 – O encontro com eles

Durante o dia na piscina eu vi algo que me chamou a atenção era uma mulher mais ou menos na nossa faixa etária, como um biquini azul que destacava seus seios médios/pequenos e com um fio dental deixando sua bundinha lisa e perfeitinha a mostra com dois homens um na mesma faixa etária shape normal de short de banho e o outro um pouco um pouco mais velho, forte, de sunga q marcava e dava para ver ambos n trocavam beijos nem carinhos, diferente de mim e Clara que estávamos no maior love mas assim dava p sentir os olhares deles p gente e a tensão sexual no ar, talvez o radar liberal estivesse apitando mas n comentei nada com Clara. No restante do dia não os vi mais.

Acordamos tarde no dia seguinte, quase meio-dia. A luz do sol entrava fraca pelas cortinas do quarto. Clara estava colada em mim, com uma perna por cima da minha coxa. O corpo dela ainda tinha o cheirava a sexo. Passei a mão devagar pela barriga dela até chegar entre suas pernas. Abri seus lábios com os dedos e senti sua buceta inchada e quente. Deslizei um dedo para dentro com facilidade.— Hum… ainda tá bem arrombada — murmurei no ouvido dela, sorrindo. Clara soltou uma risadinha manhosa e rebolou de leve contra minha mão.— É? Ainda sente diferença? — perguntou, mordendo o lábio.— Tá bem molinha e quente… parece que ainda tá sentindo as rolas deles. Começamos a relembrar tudo enquanto eu continuava brincando com ela. Meu pau já estava duro, pressionando contra sua coxa. Clara segurou ele e começou a me masturbar devagar.— Nossa… que loucura — disse ela, com tesão. — A rola deles entrando em mim, em todos os meus buracos bem fundo… parecia que não ia acabar. Queria tanto que eles tivessem me fodido mais. E ontem à noite, quando cheguei em casa, já estava com saudade do Vlad e do Eduardo… — confessou, gemendo baixinho enquanto eu acelerava os dedos.— Saudade deles como? Clara virou o rosto para mim, olhos brilhando de safadeza:— Saudade daquela rola grossa do Vlad… ele me come tão fundo. E o Eduardo… ai, o jeito que ele me segura e mete forte, falando que eu sou a putinha dele… acho q viciei neles. Subi em cima dela, abri suas pernas e enfiei meu pau de uma vez. Ela estava bem molhada, quente e ainda um pouco folgada da foda anterior. Comecei a meter com ritmo gostoso, fundo. Clara cravou as unhas nas minhas costas e continuou falando, a voz entrecortada pelos gemidos:— Queria que os dois estivessem aqui agora… Queria estar sendo comida pelos três ao mesmo tempo. Vlad na minha boca, Eduardo me arrombando o cu e você a buceta… Ai, que delícia…Eu metia cada vez mais forte, excitado com as confissões dela. Clara apertava minha bunda, puxando-me mais fundo.— Goza pra mim, amor… goza pensando neles me comendo — provoquei.— Ahhh… Vlad… Eduardo… porra, me fodem… — gemeu alto, gritando os nomes. O corpo dela tremeu forte. A buceta apertou meu pau em espasmos enquanto ela gozava gostoso, rebolando debaixo de mim. A cena e as palavras dela me levaram junto. Gozei forte dentro dela, gemendo alto, enchendo sua buceta com porra quente. Ficamos alguns minutos abraçados, suados e ofegantes. Clara acariciava meu cabelo e deu um beijo carinhoso na minha boca.— Foi muito gostoso… mas confesso que tô louca pra repetir algo grande de novo — sussurrou, sorrindo

Saímos para almoçar no centro e a tarde ficamos caminhando pela cidade com Clara gastando tudo o que tínhamos e o que não tínhamos, se aproveitando pois depois do que fizemos, não havia nada q essa mulher pedisse que eu não faria. Entramos em uma galeria e lá tinha uma Sexy shop, ela viu uma lingerie rosa c uma camisolinha transparente e um calcinha bem pequena, me olhou entrou e totalmente desinibida comprou. Muito lindo ver ela assim as vendedoras a elogiaram muito principalmente os peitos dela uma chegando a tocar... Enfim ela comprou e na minha mente eu pensei “ vc ainda quer aprontar né?” .Só que não foi na minha mente eu literalmente falei isso em voz ata na frente das vendedoras. Elas se olharam ao passo q ela me respondeu: - Vlad e Eduardo rasgaram todinha aquela branca q vc me deu...” enquanto isso nos olhares da vendedoras tentavam fingir naturalidade – Se bem q elas devem saber qual é a fama da cidade e eu ali tentando disfarçar q minha ereção.

Chegamos no hotel e fomos descansar um pouco , eu a havia convidado para jantar noite e quem sabe conhecer alguma baladinha, enquanto ela se arrumava, botou a tornozeleira eu ate me surpreendi e perguntei: “está pronta p outra?” Ela assentiu com a cabeça e deu um sorriso safado... fomos jantar em um restaurante q ela tinha comentado e chegando lá estavam eles, o três q eu tinha visto na piscina, passamos por eles, reparei o “marido” (mais tarde descobrimos q ele era o marido mesmo) ficou encarando e desceu olhar para a tornozeleira dela e comentando com a esposa ao lado.

Nos sentamos em uma mesa a vista deles e mostrei eles para Clara que mais uma vez fez aquele olhar mordendo os lábios (parece q nesse momento algo muda nela e ativa o modo Hotwife) e comentou já pensou? Viajar assim? Acredito q vc ia ter q dormir no sofá, olha p ele (olhando para o bull) tem cara q fode gostoso e sorriu para mim...

Fiquei em silêncio, remoendo a imagem na cabeça. Meu pau começou a inchar dentro da calça. Clara percebeu minha reação e sorriu.— Não vai falar nada? — provocou. — Tá de pau duro já só de pensar, né? Ela esticou a mão por baixo da mesa e apertou meu pau por cima da calça, sentindo ele latejar forte.— Olha só como você é… — murmurou, apertando mais. — Já tá babando só de imaginar outro homem me comendo né? . Confessa.- falou isso soltando um sorriso lindo - Engoli em seco, respirando mais pesado.— É… tô duro pra caralho — admiti. Clara massageou meu pau lentamente por cima do tecido, olhando nos meus olhos com cara de safada.— Imagina eu de quatro pra ele… aquele homem grande me segurando pela cintura e metendo fundo. Você ia ficar sentado no sofá, pau na mão, vendo ele me fazer gozar daquele jeito que você gosta. Ela apertou mais forte, sentindo meu pau pulsar na mão dela.— Tá molhando a cueca já, né? Meu corninho safado… — riu baixinho. —… você sabe que eu posso, não sabe? Assenti, quase sem voz. Clara deu uma última apertada e tirou a mão, pegando calmamente a taça de vinho como se nada tivesse acontecido

Enquanto ela brincava comigo o garçom trouxe uma bebida para ela e apontou para a mesa deles dizendo q eles tinham enviado, olhamos e agradecemos.. o clima do lugar havia mudado, parece q não havia mais nada no salão do restaurante além de nós e eles. Dei um gole na bebida como se buscando coragem entreguei a bebida para a esposa e me levantei indo na direção da mesa deles.

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Boa noite – Boa noite...

Boa noite. Depois das apresentações rápidas — Fernanda (a esposa), Márcio (o marido) e Jair (o bull) —, fui direto ao ponto:— Reparei vocês ontem na piscina. Achei a energia de vocês bem interessante. Márcio sorriu, olhando para mim com cumplicidade:— Nós também reparamos em vocês. Principalmente na tornozeleira da sua esposa… chama bastante atenção, sabia? Fernanda mordeu o lábio de leve e completou:— Achamos vocês dois muito atraentes. Tem uma energia sexual forte. Quando vi vocês, comentei com eles que ela parecia bem satisfeita… e que vocês tinham um clima bem gostoso.

— Que tipo de energia sexual? — perguntei, já sentindo o coração acelerar.

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Fernanda deu um sorrisinho safado:— Energia de casal liberal. Todos riram baixinho. Jair, com aquele jeito confiante típico de comedor, falou sem rodeios:— Chama ela pra mesa.

Respondi, já entrando no modo submisso:— Pode ser… Mas antes preciso falar que somos um casal cuckold. Ela não curte mulheres e eu não posso ficar com outras. Fernanda olhou para Clara de longe e respondeu com um sorriso:— Perfeito. O Jair pode comer nós duas enquanto vocês assistem.

Prometo não tocar na sua esposa… a menos que ela queira, claro. Márcio, visivelmente excitado, completou:— Eu gosto muito de assistir. Curte uma “mão amiga” também? Olhei para Clara, que me observava com aquele olhar faminto, e respondi:— Vou falar com ela primeiro… mas acho que ela vai gostar da ideia.

Voltei para a mesa e expliquei a Clara o que rolou. Ela ouviu atentamente, mordendo o lábio.— Eles nos convidaram pra sentar com eles. Jair é o comedor. A proposta é ele comer as duas enquanto eu e o marido assistimos.

Clara ergueu a sobrancelha, divertida:— E o marido gatinho dela? Ele só assiste?— Isso. Ele gosta de ver. Mas se você quiser, ele pode participar também… Uma rola já não é mais suficiente pra você, né? Ela sorriu safadamente, olhou para mim com ar de superioridade e se levantou sem dizer nada.

Fui atrás como um bom corno. Chegando na mesa, Clara cumprimentou todos com naturalidade. Fernanda elogiou logo de cara:— Você é ainda mais bonita de perto.

Seu marido te contou do combinado?— Contou sim — respondeu Clara. — Os dois vão só assistir mesmo?- Disse olhando para márcio, que por sua vez fitou o decote dela sem disfarçar e falou:— Eu não tenho problema nenhum em ver minha mulher com outro e nem ela tem problemas em me ver com outra. Na verdade, adoro – Completou Fernanda.

Clara sorriu maliciosamente e completou:— Eu posso ficar com outros homens – ainda olhando para márcio. Já ele não é liberado pra outras mulheres… se é que vocês me entendem. Todos entenderam perfeitamente o recado. O clima ficou ainda mais pesado no bom sentindo.

Fernanda tomou um gole de vinho e, com olhar provocante, perguntou:— E você, Clara? Nunca teve curiosidade de conhecer outra mulher?

Para minha surpresa, Clara sustentou o olhar dela para Fernanda por alguns segundos e respondeu:— Quem sabe… Essa viagem tem sido muito boa pra mim. Estou descobrindo várias coisas.

Fernanda piscou para clara enquanto dava um gole em sua bebida.

O papo seguiu safado e leve ao mesmo tempo. Eles contaram algumas experiências, Clara provocava com indiretas, e eu permanecia quieto, falando pouco, apenas sentindo o tesão e a humilhação crescerem. Quando terminamos o jantar, pedimos a conta. Eles queriam ir direto pro hotel, mas Clara falou:— Quero me arrumar um pouco primeiro. Me dá uns 20 minutinhos? Marcamos então no quarto deles, no mesmo hotel.

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