Parte 04 – a vez dos corninhos entrarem na festa
Ainda deitadas lado a lado, suadas e com o corpo corado, olharam para nós com um sorriso safado e falaram quase em uníssono:— Corninhos… venham aqui. Eu e Márcio nos levantamos. Meu coração batia forte paus duros apontados para o alto e pingando. Quando cheguei perto da cama, Clara segurou minha mão e me puxou para perto dela. Olhou nos meus olhos com carinho, mas também com firmeza, e falou baixinho:— Amor… ainda não me sinto confortável te vendo com outra mulher. Tudo bem? Fiz que sim com a cabeça. Mesmo com o tesão enorme, respeitei o limite dela imediatamente. Fernanda, que observava a cena, soltou um suspiro decepcionado, mas compreensivo:— Que pena… — disse, com um biquinho safado. — Eu queria tanto sentir esse pau na minha boca. Clara virou o rosto para Fernanda e completou, com a voz ainda rouca do orgasmo:— Ele pode ser chupado por você… mas só isso por enquanto. Fernanda sorriu, claramente satisfeita com o que podia ter. Olhou para mim com olhar predador e mandou:— Vem cá, corninho. Sentei na beira da cama. Fernanda se posicionou de quatro, ao lado de Clara, e não perdeu tempo. Segurou meu pau com a mão quente e deu uma lambida lenta da base até a cabeça, olhando nos meus olhos. Depois abriu a boca e me engoliu devagar, quente, molhada e gulosa. Enquanto Fernanda me chupava com vontade — descendo e subindo a boca com um ritmo gostoso —, Clara se aproximou e me deu um beijo profundo na boca. Ela sussurrava entre os beijos:— Gostoso ver você sendo chupado… mas você é só meu, tá? Do outro lado, Márcio já havia subido na cama. Jair o recebeu com um sorriso e as duas mulheres, mesmo ocupadas, esticavam as mãos para tocá-lo. O clima continuava pesado e delicioso. Fernanda tirou meu pau da boca por um instante, deu uma lambida na cabeça brilhante e perguntou, olhando alternadamente para mim e para Clara:— Posso engolir ele todinho? Clara assentiu com a cabeça e com uma bela habilidade Fernanda abocanhou meu pau o colocando quase todo dentro da boca fazendo eu sentir um prazer indescritível...
Gostosa a piroquinha do corno né? – questionou clara – Maravilhosa!!! respondeu Fernanda.. (e como fica o ego do corninho??? – apesar de curtir humilhação, ouvir um elogio para sua rola é sempre muito boom).
Não demorou e Jair e márcio Se achegaram para o lado de Clara que falou: Abocanha a rola do um corninho, ve como ela é gostosa também... – o que foi prontamente atendido
Clara segurou o rola pesada de márcio lambeu o melzinho pre gozo q escorria e o colocou na boca e maou intensamente olhando para feranda q me chupava intensamente jair se aproximou e como macho alfa q eé ficou revesando na boca das duas mas em poucos momentos la estavam as três rolas passeando pelas duas bocas q também revezavam beijos... entre elas...
Márcio se deitou de costas na cama. Clara não perdeu tempo: se posicionou sobre ele, abriu as pernas e desceu devagar, enfiando o pau grosso dele inteiro na bucetinha já molhada e inchada. Um gemido longo escapou da boca dela quando sentou até o fundo.
— Porra… que pau grosso… — ela respirou fundo, rebolando devagar.
Jair se ajoelhou atrás dela, separou as nádegas carnudas e cuspiu no cuzinho apertado. Passou a cabeça do pau ali, esfregando, e foi entrando milímetro por milímetro. Clara arquejou, o corpo trêmulo, sentada no pau de Márcio enquanto o outro começava a foder o cu dela com profundidade.
Eu fiquei em pé na frente das duas. Clara e Fernanda estenderam as mãos e começaram a me punhetar juntas — uma mão quente de cada uma, deslizando no meu pau babado de saliva, apertando a base, masturbando a cabeça com o polegar. Fernanda ainda dava lambidas ocasionais, enquanto Clara gemia alto, sendo penetrada nos dois buracos.
— Olha pra elas… — Jair rosnou, metendo fundo no cu de Clara. — Duas putinhas gostosas tomando pau.
Márcio segura a cintura de Clara por baixo e começa a foder pra cima, batendo as bolas nela. O ritmo fica mais intenso. Clara rebola entre os dois, o rosto contorcido de prazer, os seios balançando. Ate q ela goza intensamente, minha esposa urra de prazer sendo duplamente penetrada...
Márcio ainda sai de baixo, se posiciona atrás de Clara e enfia o pau grosso no cuzinho já aberto por jair e molhado de saliva e lubrificante natural. Ela geme alto, a cabeça jogada pra trás.
Jair vai pra Fernanda, que já está de quatro ao lado, o cu oferecido. Ele espalha as nádegas dela, cospe e enfia de uma vez só. Fernanda grita de prazer, o corpo estremecendo.
— Aí… porra, Jair… — ela geme, rebolando pra trás.
Agora as duas estão de quatro, lado a lado, sendo comidas no cu. Eu me aproximo de Clara. Ela olha pra mim, os olhos brilhando revirando de tesão e carinho.
— Vem, amor… come a sua bucetinha… — sussurra.
Márcio sobe na cama cravano ainda mais sua rola no cu dela eu contemplo por alguns milissegundos a visão da buceta dela completamente arrombada enquanto leva rola de um , ate momentos antes completo desconhecido, no cu...
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Eu me posiciono em pé atras dela , e enfio o pau na buceta quente e escorregadia enquanto Márcio continua fodendo o cu dela por trás o cuzinho de márcio ali suculento piscando na frente enquanto fazia os movimentos nem tive tempo de pensar enfiei a cara naquele cu... macio deu um urro... enquanto isso na bucetinha de clara O aperto é incrível — sinto o pau do outro homem através da parede fina, o atrito, o calor. Clara geme alto, sendo recheada nos dois buracos, a boca aberta, a saliva escorrendo.
Fernanda, ao lado, é comida no cu por Jair com força. Ela estende a mão e volta a me tocar as bolas, sensação incrível, chupado o cu de márcio, fudendo a bucetinha de Clara e bolas sendo massageadas por Fernanda, ela por sua vez também tenta massagear ao clitóris inchado e sensível de clara. Quem ais uma vez goza... esse gozo foi diferente.. forte intensos não como os outros mas um pouco diferente... será quela havia chegado ao limite dela? (spoiler – não)
Então a posição muda de novo. Márcio se deita e puxa Fernanda para cima dele. Ela monta, enfiando o pau dele na buceta. Jair se posiciona atrás e enfia no cu novamente dela sem cerimônia — double penetration. Fernanda grita, o corpo treme, os olhos reviram.
Eu fico de na frente dela. Fernanda se inclina e começa a me chupar com vontade, a boca deslizando no meu pau enquanto é fodida nos dois buracos ao mesmo tempo. O gemido dela vibra na minha rola. Ela avisa
- vou goza, vou gozar! Não param.. os dois não diminuem o ritmo e ela goza tambemme punheta com forca olha p mim e nos beijamos intensamente....
Os dois param e ela vira p eles e fala:
- Pararam por que??
Então os dois apesar de irem mais lentos continuaram metendo nela q ainda gemia muito Jair começa passar a mão em a Clara, que estava ao lado deitada logo ela vira p ele seu quadril e Jair passa a dedar dedar a buceta e o cu de Clara com dois dedos grossos, abrindo, torcendo, fazendo ela gemer e rebolar. Clara, por sua vez, passa a mão pelo corpo suado de Fernanda — aperta os seios, belisca os mamilos, desliza a mão pela barriga até a buceta esticada, sentindo o pau de Márcio entrando e saindo.
O quarto fica cheio de gemidos, o barulho molhado de pele batendo em pele, o cheiro de sexo no ar.
Fernanda começa a tremer primeiro. O orgasmo vem forte — ela aperta o pau de Márcio com a buceta, o cu contrai no pau de Jair, e ela geme alto na minha rola, babando, engasgando de prazer. Clara logo a segue: os dedos de Jair e a visão da amiga sendo destruída a empurram por cima. Ela goza com o corpo todo trêmulo, a buceta latejando, o cu se contraindo.
Os homens não aguentam muito mais.
Márcio é o primeiro a avisar. Ele tira o pau da buceta de Fernanda, vai para a frente das duas e começa a gozar. Jatos quentes e espessos acertam o rosto de Fernanda, a boca, o queixo. Jair tira o pau do cu dela e jorra no rosto de Clara, cobrindo a boca e as bochechas dela de porra. Eu me junto, a mão no pau, e gozo também — jatos fortes caindo nos rostos das duas, escorrendo pelos seios, pelo pescoço.
Clara e Fernanda, ainda ofegantes, se viram uma para a outra. Se beijam profundamente, as línguas se encontrando, misturando a porra que escorre pelos rostos e bocas.
Lambem uma da outra, compartilhando o gozo dos três homens, os corpos ainda trêmulos, suados, cobertos de porra.
Eu, Márcio e Jair ficamos na frente delas, respirando pesado, assistindo as duas se beijarem lambendo tudo, os rostos brilhantes e sujos.
Clara olha pra mim no meio do beijo, os olhos semicerrados, e murmura com a boca suja:
— Ainda é só meu, corninho… mas gostei de ver você gozando nelas.
Fernanda ri baixinho, a voz rouca, e lambe um fio de porra que escorria do queixo de Clara.
O clima continua pesado, os corpos ainda quentes, e ninguém parece pronto para parar.






