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5 min readOct 28, 2026

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Parte 03 – O beijo

Enquanto Jair metia com força na boceta de Clara, estocadas ritmadas e profundas que faziam os seios dela balançarem, as duas mulheres finalmente se entregaram. Fernanda segurou o rosto de Clara com as duas mãos, os dedos enfiados no cabelo dela. Seus olhares se encontraram por um segundo — um misto de desejo, curiosidade e tesão acumulado. Então Fernanda desceu lentamente e colou sua boca na de Clara. O beijo começou quente, mas ainda exploratório. Lábios macios se apertando, se roçando, sentindo o gosto uma da outra. Clara soltou um gemidinho abafado quando a língua de Fernanda invadiu sua boca com confiança. As línguas se encontraram, se enrolaram devagar no início, depois com mais fome. Era um beijo molhado, barulhento, cheio de saliva trocada. Fernanda inclinou a cabeça, aprofundando o beijo, chupando levemente o lábio inferior de Clara antes de voltar a envolver sua língua. Clara retribuiu com a mesma intensidade, uma das mãos subindo para apertar o peito de Fernanda, beliscando o bico durinho entre os dedos. A outra mão de Clara desceu pelas costas dela até agarrar sua bunda, puxando o corpo mais para perto. Fernanda a beijava de 4 deixando para os cornos a visão da sua bunda redonda e lisinha, seu cuzinho lindo e sua bucetinha que brilhava de tanto estar melada. Márcio olhou p mim e disse merece muito ser compartilhada né? Uma coisa linda dessa n pode ficar presa, respondi – è uma cena muito linda estou muito feliz de ter encontrado com vcs aqui, ver as nossas mulheres tendo esse prazer todo, enquanto a gente se punhetava de leve.

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Enquanto entre as duas, o beijo ficava cada vez mais intenso e apaixonado. Línguas lambendo, bocas se abrindo mais, pequenos gemidos escapando entre os lábios colados. Um fio de saliva escorreu pelo canto da boca de Clara quando elas se afastaram por meio segundo só para respirar, antes de voltarem a se devorar. Jair, ainda enterrado bem fundo na boceta da minha esposa, diminuiu o ritmo das estocadas para apreciar a cena. Ele sorriu, satisfeito, e meteu mais devagar, quase provocante, enquanto via as duas se beijando com tanta vontade. Eu assistia tudo hipnotizado. A visão da minha Clara — normalmente tão minha — beijando outra mulher com aquela entrega, línguas se entrelaçando enquanto era fodida por um pau grosso, me causava uma mistura insana de excitação e tesão. Mas dessa vez sem ciúmes, Meu pau pulsava na mão de Márcio, que apertava mais forte só para me provocar. Fernanda mordeu de leve o lábio de Clara antes de afastar o rosto. As duas ficaram se olhando, ofegantes, bocas inchadas e brilhando de saliva. Fernanda sorriu safada e sussurrou contra os lábios dela:— Sua boca é deliciosa…Clara apenas sorriu, ainda zonza de prazer, e puxou Fernanda de volta para mais um beijo, dessa vez ainda mais intenso.

Fernanda ergueu seu tronco e novamente pegou a mão de clara dessa vez a conduziu diretamente para sua bucetinha, clara entendeu a mensagem e começou a dedar a buceta de Fernanda que gemeu – Que delicia, com Clara respondendo – Nossa ta meladinha. Fernanda se posicionou novamente de quatro eu e márcio podemos ver que clara já estava com dois dedos dentro da buceta de Fernanda... Fernanda deu outro beijo em Clara e agora as mãos de Fernanda passeavam pelo fartos seios da minha esposa seguindo dela chupa-los com vontade e uma habilidade... sua mão descia para o bucetinha que ainda era fudida de leve por Jair que ao ver a situação começou a bombar mais forte mais forte aproveitou a bunda empinada de Fernanda passava a mão e dava tapas nela chegando a deixar marcas...
Nesse momento o cenário era esse:
- Eu, Antônio, e márcio sentados no sofá batendo levemente punheta na broderagem, praticamente só acariciando o pau um do outro;

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- Clara sendo fudida com força por Jair e ao mesmo tempo tendo os seios chupados e a buceta massageada por Fernanda

- Fernanda chupava os seios de Clara enquanto massageava o clitóris dela e tinha sua linda bucetinha dedada por Clara.

- Jair fodia a buceta de Clara fortemente e aliviava a tensão dando tapas na bunda de Fernanda!

Clara começou a gemer cada vez mais alto, a voz falhando, o corpo inteiro tremendo: — Vou gozar… vou gozar… porra, vou gozar!! E gozou. Foi um orgasmo violento. O corpo dela se arqueou com força, as pernas tremeram descontroladas e a buceta apertou o pau de Jair em espasmos fortes e ritmados, esguichando um pouco enquanto ela gritava, a boca aberta, os olhos revirados. As ondas de prazer a atravessavam uma atrás da outra; ela tentava se mexer, mas Jair continuava enfiando fundo, prolongando cada contração. Clara soltou um gemido longo, quase um choro, e as mãos dela apertaram com força os cabelos de Fernanda e o lençol ao mesmo tempo. Quando finalmente o orgasmo começou a baixar, ela ainda tremia, ofegante, a buceta latejando. — Para… para um segundo… deixa eu respirar… — pediu ela, a voz rouca, o peito subindo e descendo rápido. Jair tirou o pau molhado dela, ainda duro e brilhando do melzinho. Fernanda aproveitou o momento, se virou de quatro na cama, arrebitou a bunda branca na direção dele e olhou por cima do ombro com um sorriso safado: — Minha vez, né? Jair não precisou de convite. Subiu na cama, posicionou o pau melado na entrada apertada de Fernanda e enfiou tudo de uma vez, fundo e com força. Fernanda soltou um gemido alto, a boca se abrindo, enquanto ele a puxava pelo cabelo, obrigando-a a ficar com o rosto erguido. Ele começou a foder ela com vontade, metendo forte, a mão ainda presa nos cabelos dela, a outra descendo em tapas firmes naquela bunda branca que já ficava marcada de vermelho. Cada estocada fazia a carne tremer. Clara, ainda ofegante ao lado, recuperava o fôlego devagar. Estendeu a mão e passou os dedos pelo corpo suado de Fernanda: acariciou as costas, apertou um seio pendurado, desceu até a barriga e depois até o clitóris, massageando-o enquanto Jair a comia. Nós, do sofá, tínhamos a visão perfeita. A buceta de Fernanda estava completamente aberta, escorrendo, sendo alargada pelo pau grosso de Jair que entrava e saía molhado, fazendo um barulho obsceno de pele molhada batendo. A cada estocada profunda a buceta dela engolia o pau até o fundo e, quando ele puxava, saía um fio transparente misturado. Fernanda gemia sem parar, a voz falhando: — Assim… assim, porra… mais forte… Não demorou. O corpo dela começou a tremer, as coxas se fecharam um pouco e ela gritou, gozando forte. A buceta apertou o pau de Jair em contrações ritmadas, escorrendo ainda mais enquanto ela se sacudia de quatro, o cabelo puxado, a boca aberta. Jair continuou metendo durante o orgasmo dela, tirando cada espasmo até ela quase desabar. Quando finalmente parou de tremer, Fernanda pediu com a voz rouca: — Para… me deixa deitar… Jair tirou o pau dela com um estalo molhado. Fernanda se jogou de lado na cama, ofegante, o corpo ainda soluçando de prazer, e se aconchegou ao lado de Clara. As duas ficaram ali, suadas, as bucetas latejando, as pernas entreabertas, enquanto recuperavam o fôlego. Do sofá, eu e Márcio continuávamos acariciando um ao outro, os paus duros e molhados de pré-gozo, saboreando cada detalhe daquela visão.

As duas la deitadas se olhando como se estivessem em transmissão de pensamentos.... e falaram praticamente juntas
- Corninhos, venham aqui...

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